Ah o verão...

 

 

A estação mais quente do ano já está se revelando e traz diversas questões, como alimentação adequada, cuidados com a pele e saúde. Mas há outro ponto que merece atenção, principalmente no ambiente corporativo: o dress code.

 

Mais conhecido como código de vestimenta da empresa, esse modelo é importante, pois traduz a imagem da corporação na maneira de se vestir. Muitas empresas investem nessa prática, para que os profissionais entendam os valores e conceitos do local onde trabalham, e que apliquem, na forma de se vestir, as diretrizes definidas. Outras, porém, não estabelecem regras, mas, da mesma forma, orientam seus colaboradores para as melhores práticas.

 

As empresas aplicando ou não o dress code, o importante é ter consciência e vestir-se conforme pede o ambiente. É natural que, dependendo da cultura da empresa, algumas permitam o uso de bermudas para os homens, mas nem por isso os chinelos estão liberados. Da mesma forma, as mulheres podem optar por blusas de alças, mas devem ser cautelosas com o uso de roupas decotadas. Afinal, a apresentação pessoal pode ser fator determinante para transmitir uma imagem positiva, tanto do próprio profissional quanto da empresa que está sendo representada.

 

Para ajudar em como se vestir adequadamente, confira algumas dicas:

 

Vamos ajudar?

 

“Devemos ser a mudança que queremos ver no mundo.” A célebre frase dita pelo líder religioso, Mahatma Gandhi, expressa o sentimento de um grupo de colaboradores da Santillana Brasil, mobilizados pelo bem-estar do próximo. Graças ao pioneirismo de alguns funcionários, há dez anos a empresa conta com a Comissão Interna de Voluntariado Moderna (CIVM), que, de forma autônoma e independente, organiza diversas ações sociais com funcionários, prestadores de serviço e familiares.

 

Sempre engajados e atentos às oportunidades de ajudar, o grupo tem como mote vencer o comodismo e a falta de tempo, para, em conjunto, propor atividades humanitárias, entre elas campanhas como: o Outubro Rosa, Novembro Azul, Natal, entre outras. E por estarem atentos às necessidades da sociedade, em outubro, realizaram uma campanha interna para arrecadar itens de higiene pessoal para  doação às famílias amparadas pelo Centro de Acolhida para Refugiados da Cáritas Arquidiocesana de São Paulo.

 

De acordo com Rosa Maria Rodrigues, coordenadora de Direitos Autorais da Editora Moderna e uma das fundadoras do CIVM, a iniciativa foi abraçada pela empresa por reconhecer, nessa situação, a oportunidade de fazer a diferença. “Com o crescimento do fluxo migratório para o país, em especial oriundo de países em conflito (como Síria e do continente africano), os voluntários da CIVM, sensibilizados com a questão emergencial dos refugiados, decidiram contribuir com a campanha da Cáritas e, além disso, por ser o mês das crianças, arrecadaram brinquedos, doces e biscoitos para doação”, revela entusiasmada.

 

E, para dezembro, ações já estão programadas para atender à Cooperativa de Reciclagem Central Tietê, com a doação de dezenas de “sacolinhas” de presentes, e o Lar das Mãezinhas, com a realização de uma festa de Natal, incluindo, ainda, iniciativas com o objetivo de levar conhecimento às crianças e aos jovens amparados pelas instituições Movimento de Apoio à Integração Social (Mais) e da Associação Solidariedade em Marcha (Somar), com a doação de material escolar e livros de literatura infanto-juvenil.

 

E, você? Por acaso participa de algum trabalho voluntário? Que tal ajudar? Para conhecer e se engajar nas ações promovidas pelo grupo, acesse a página da CIVM no Facebook. 

A hora do trabalho temporário!

 

Há quem diga que o trabalho temporário seja uma oportunidade de pouca relevância, outros apostam nessa modalidade profissional como a porta de entrada para uma vaga efetiva. Diante do cenário econômico retraído, alta demanda de trabalho ou por qualquer outra necessidade, o fato é que muitas companhias estão investindo em contratações temporárias, e priorizando contratos terceirizados, justamente pela sua flexibilidade e por menos encargos por parte da empresa, que opta pela expertise de agências especializadas. Exemplo dessa afirmação é aplicada na Santillana Brasil, que habitualmente recorre a esse modelo de trabalho como forma de atender a sua demanda em projetos sazonais.

 

De acordo com a analista de RH da Santillana Brasil, Dayane Lima Almeida, a demanda de trabalho na empresa é bastante cíclica, alternando em alguns períodos: “O trabalho temporário para nós é muito importante para darmos vazão aos momentos de grande volume de trabalho”, enfatiza.

 

Reforçando a premissa de que o trabalho temporário pode ser a chance de garantir a tão sonhada vaga, o diretor da filial SP da RH Brasil, Silvio Rodrigues da Cunha, conceitua o valor de se acreditar nessa modalidade. “O profissional deve encarar como uma possibilidade dele mostrar seu potencial e quem sabe conquistar uma oportunidade efetiva, pois o período de exposição ao trabalho dentro da empresa serve como um cartão de visita, visto que terá tempo para mostrar suas habilidades e conhecimentos.” Dayane também reforça a importância de se acreditar na oportunidade como uma vitrine na carreira: “Sem dúvida, a oportunidade de aprendizado é o principal ganho em uma vaga temporária, oportunidade de crescimento horizontal, sair com a bagagem de uma cultura nova, um segmento diferente, processos novos”.

 

Mas para obter êxito durante a experiência temporária, os especialistas entrevistados deixam algumas dicas:

 

  • Seja flexível: desenvolva jogo de cintura para encarar novos desafios, aproveitando para conhecer novas áreas e funções.

 

  • Seja proativo: aproveite a oportunidade para aprender e para mostrar o seu trabalho. Dedique-se e mostre interesse, assim, dificilmente será esquecido. Sempre tem alguém olhando o seu trabalho.

 

  • Esteja atento à cultura da empresa: contratar um talento que já está adaptado à empresa e que apresenta forte potencial, mesmo que não possua todo o conhecimento técnico necessário, é a melhor escolha para a empresa.

 

E você, está em busca de uma nova oportunidade profissional? Aproveite as vagas temporárias de final de ano para mostrar o seu talento. E acompanhe a divulgação de vagas da Santillana Brasil na página do LinkedIn. Boa sorte!

Gerações X, Y e Z: quem são?

 

 

Ao falar sobre as gerações X, Y ou Z, especialistas são cautelosos em afirmar qual é a melhor! Mas, entre eles, a unanimidade prevalece quando se trata de saber reconhecer suas potencialidades e claro, utilizá-las a seu favor.

 

Naturalmente, saber lidar com os diferentes perfis de colaboradores, seus anseios, conflitos e desenvolvê-los para que entreguem sempre os melhores resultados, não é tarefa das mais fáceis. Entretanto, as organizações podem ter excelentes resultados, se souberem gerir efetivamente as diferentes gerações; fazê-las trocar experiências; conhecer suas qualidades e competências; respeitar suas diferenças; e unir seus conhecimentos.

 

Por isso, dependendo do tipo de empresa, unir todas pode ser a aposta de sucesso, já em outras, pode-se optar por um modelo único, como ocorre nas startups, que são bom exemplo de setor corporativo que investe na geração Z.

 

 

Para compreender cada geração e aprender a gerenciar os possíveis conflitos, confira algumas dicas:

 

  • Entenda e reconheça os diferentes estilos de trabalho.
  • Incentive o diálogo, para unir experiência com a inovação e criatividade.
  • Valorize o melhor de cada geração, não privilegie nenhum dos lados.
  • Busque pontos comuns, reconhecendo os esforços, o comprometimento e os resultados.
  • Aprenda com as outras gerações, pois cada uma tem algo positivo para transmitir.

MEI - Microempreendedor Individual: como funciona?

 

Para oferecer mais segurança aos profissionais que trabalham por conta própria, prestam serviços ou são autônomos, os Microempreendedores Individuais - MEIs contam com mais recursos para regularizar suas atividades.

 

Para utilizar os benefícios, o trabalhador informal interessado em se tornar um MEI deve seguir algumas regras básicas, como não ter participação em outra empresa como sócio/titular e faturar, no máximo, R$ 60 mil por ano. Caso a opção seja boa, o profissional deve fazer um registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), o que permitirá a emissão de futuras notas fiscais, abertura de conta bancária, pedidos de empréstimo e vantagens tarifárias.

 

Quem adere ao MEI, pode contratar um funcionário e ter benefícios como auxílio-maternidade e doença, além do direito à aposentadoria. Para isso, é necessário pagar um valor mensal ao INSS, com pequenos acréscimos específicos, ou, conforme o campo de atuação, contribuição que é feita via boleto emitido através do Portal do Empreendedor. Outro benefício desta modalidade, é que o MEI não exige  os serviços de um contador, bastando apenas o interessado realizar um cadastro. E de forma autônoma e simplificada, pode emitir notas fiscais, junto ao portal da prefeitura do seu município.

 

Além disso, quem optar pela MEI, fará parte do sistema tributário Simples Nacional e, com isso, terá isenção de impostos federais (PIS, Cofins, IPI, CSLL, além do Imposto de Renda). Dessa forma, terá que arcar com um pequeno valor fixo, todo mês, que varia de acordo com o ramo de atividade em que a empresa se enquadra; se comércio ou indústria; prestação de serviços; comércio e serviços. Os tributos são pagos à Previdência Social e ao ICMS ou, ainda, ao ISS. As contribuições são atualizadas anualmente, tendo como referência o salário-mínimo.