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Boa reputação atrai boas oportunidades

 

Como profissional do mercado, ao procurar uma oportunidade de trabalho certamente você pesquisa quais são as características da empresa, antes de encaminhar o seu currículo e participar do processo seletivo.

 

Portanto, o inverso é absolutamente verdadeiro. Cada vez mais as organizações se empenham em pesquisar previamente as características dos candidatos antes de dispenderem várias horas em dinâmicas e entrevistas para a escolha dos melhores perfis.

 

O que talvez você ainda não tenha se dado conta é que este processo de levantamento prévio de informações, realizado pelas empresas, está se tornando cada vez mais criterioso e aprofundado.

 

Até recentemente, as avaliações mais detalhadas eram feitas apenas para o preenchimento de elevados cargos de gestão, especialmente para presidentes, conselheiros, vice-presidentes, superintendentes e diretores.

 

Atualmente, até mesmo cargos operacionais como os de analistas, coordenadores, supervisores e auxiliares têm recebido atenção mais focada dos contratantes, especialmente quanto à sua credibilidade, valores éticos e probabilidade de manter em sigilo informações privilegiadas da empresa.

 

Consultorias especializadas são contratadas para detectar potenciais riscos oferecidos pelos candidatos, detectados a partir de criteriosa pesquisa sobre a vida pessoal e o passado profissional de cada um.

 

Isto gera um alerta para você e para os demais profissionais do mercado: cuide da sua reputação. Todos os passos em falso dados no sentido de um comportamento duvidoso ou de práticas condenáveis serão investigados e utilizados para depor contra a sua candidatura a um novo cargo ou emprego.

 

A exposição da sua vida pessoal e ideias compartilhadas nas redes sociais é o ponto de partida. Caso você defenda posturas de ódio, racistas ou totalitárias, certamente ficará retido neste filtro inicial. Mas a análise vai muito além disso.

 

As empresas especializadas levantam informações complementares sobre conflitos de interesses por suas associações com concorrentes e fornecedores, ações judiciais nas quais esteja envolvido, violações de leis e regras de mercado, aparições em entrevistas nas mídias, histórico profissional, ações trabalhistas, envolvimento em processos por fraldes e muito, muito mais.

 

Ao mesmo tempo que este procedimento expõe os maus profissionais, ele valoriza e beneficia os candidatos que além do conhecimento técnico, possuem valores e comportamentos éticos que estão de acordo com as melhores práticas de convivência social, baseada nos princípios da honestidade.

 

Por isso, é bom insistir mais uma vez: cuide da sua reputação porque ela pode garantir a você oportunidades de trabalho nas mais conceituadas organizações do mercado.

Você também é um gestor de si mesmo?

 

Gerir pessoas é uma habilidade que, como qualquer outra, pode ser aprendida. E todas as pessoas, mais cedo ou mais tarde, vão precisar dessa competência para serem melhor sucedidas na vida.

 

Quando se pensa no lado pessoal, será necessário gerir filhos, família, funcionário doméstico, time, condomínio e muito mais. Do lado profissional, tanto pode ser a função do cargo de gestor, quanto a liderança temporária de uma equipe na elaboração de um projeto.

 

Seja qual for a necessidade, a gestão dos outros deve começar por um passo antes: a gestão de si mesmo. Não é possível obter bons resultados à frente de colaboradores, quando você não consegue estar à frente de você mesmo para enfrentar as situações que a vida cotidiana apresenta.

 

O autoconhecimento permite que você reconheça suas limitações e consiga aperfeiçoar os mecanismos para lidar com elas, além de ter consciência sobre suas qualidades que, uma vez exploradas ao máximo, podem te levar a resultados muito mais expressivos.

 

Um bom começo é avaliar as suas reações diante das pessoas, analisando se elas são adequadas ou podem ser melhoradas para garantir a formação de uma equipe de alta performance.

 

A sua inteligência emocional diante dos fatos e acontecimentos profissionais mostra que tipo de gestor você é. Faça uma autorreflexão e responda algumas questões reveladoras:

 

  1. Você costuma ter “explosões” comportamentais que refletem grandes variações de humor?
  2. Você prefere lidar com a rotina de sempre a ter que enfrentar as mudanças de um cenário em movimento?
  3. Você exige pouco de você e dos outros para não ter que lidar com o fracasso de um possível objetivo não cumprido?
  4. Você prefere fazer sempre o certo conhecido do que se arriscar a fazer o novo promissor?

 

Caso você tenha respondido afirmativamente qualquer uma dessas quatro questões, está na hora de você rever os seus padrões de inteligência emocional para que você venha a ser, de fato, o que se pode chamar de um bom gestor de pessoas.

 

Saiba que alterar este quadro exigirá grande esforço pessoal porque, afinal de contas, estamos falando de uma mudança de comportamento a partir de uma alteração da forma de sentir o mundo ao seu redor.

 

Mas a boa notícia é que a solução existe. Pratique no seu dia-a-dia as seis atitudes sugeridas a seguir para você se tornar um gestor ou uma gestora melhor:

 

  • Diante das decepções, procure alternativas em lugar de ficar se lamentando e procurando culpados
  • Defina o que está sentindo para entender como pode lidar com as suas emoções
  • Ajude as pessoas que trabalham com você, tanto com atitudes, como com palavras
  • Sinta as emoções que os outros devem estar sentindo. Essa é uma forma de empatia que orienta seus comportamentos mais saudáveis
  • Veja os conflitos como fatos da vida, não como problemas. E resolva cada um deles

 

Evite julgar. Apenas compreenda e aja com imparcialidade

Você quer o sucesso agora ou pode ser amanhã?

Você já se sentiu ansioso ou ansiosa alguma vez no trabalho?

 

Caso a sua resposta tenha sido “não”, parabéns! Você pertence a uma espécie de raça em extinção. Isto porque as exigências do mercado de trabalho são tão grandes e cada vez maiores, que a ansiedade acabou se tornando uma das enfermidades mais comuns nos dias atuais.

 

Claro que pequenas ansiedades provocadas pela expectativa do que virá ou pelos resultados que serão colhidos é normal. Mas a dimensão delas tem adquirido proporções muito acima do que se poderia chamar de normalidade.

 

A sociedade de um modo geral acabou criando um padrão de sucesso que praticamente obriga os profissionais a se desdobrarem em multitarefas que precisam ser realizadas com excelência elevadíssima em um período de tempo mínimo.

 

Esta pressão, algumas vezes explícita, outras vezes velada, provoca um estresse que no médio e longo prazos é capaz de promover o efeito contrário ao que é desejado: baixa produtividade, falta de criatividade, alta irritabilidade e até mesmo absenteísmo provocado por doenças de origem emocional.

 

Em situações extremas, esse quadro desemboca em uma síndrome bastante comum nos dias de hoje: do pânico, levando profissionais a se trancarem em casa com medo de enfrentarem o mundo ameaçador que os aguarda fora das quatro pareces do seu quarto.

 

O mercado é assim e não vai mudar de hoje para amanhã, mas você pode mudar o mundo à sua volta e dentro de você. Não é fácil, mas é possível e, para o seu bem e da sua empresa, vale a pena tentar.

 

Seguem algumas dicas de especialistas em ansiedade e desenvolvimento humano:

 

  • Pense positivo – no fim dá certo e se não deu certo é porque ainda não chegou ao fim
  • Defina uma meta factível e fatie o todo em partes menores e de alcance mais rápido
  • Conheça seus limites e os respeite, aprendendo a dizer não quando necessário
  • Aprenda a pedir ajuda quando precisar, sem querer resolver tudo sozinho
  • Evite fazer comparações entre você, seus colegas, suas conquistas e as dos outros
  • Desenvolva suas habilidades de relacionamento humano e comunicação assertiva
  • Faça um esforço para eliminar as crenças limitadoras e que fazem pensar que você não é capaz e que não conseguirá fazer algo
  • Cuide bem da sua vida pessoal e familiar, tanto quanto se dedica à vida profissional

 

Colocando em prática estes pontos, aos poucos você vai poder controlar a ansiedade exagerada e vai aprender a lidar com ela quando o tempo do seu relógio começar a se mover tão rápido quando os personagens dos games de ação.

Mudanças de carreira: como fazer?

Mudanca de rumo

 

É fácil entender porque o trabalho ocupa um lugar tão destacado na vida de cada um de nós: passamos a maior parte do tempo dedicados a ele, além de dependermos do salário para custear os nossos desejos e a nossa sobrevivência.

 

Por isso a carreira é um pedaço da vida que precisa ser cuidado com especial atenção, porque não é uma escolha passageira. Ao contrário, trata-se de um processo duradouro, independente da área de atuação do profissional.

 

Idealmente você escolhe uma profissão, traça algumas metas para o desenvolvimento da sua carreira e espera que tudo aconteça exatamente como previsto. “Só que não!”. Nem sempre as coisas saem como foram planejadas.

 

Muitas vezes troca-se de função, de cargo ou de empresa pensando nos benefícios desta mudança, mas a realidade vem mostrar que a decisão não foi a mais acertada. Isso pode ocorrer por uma série de fatores: falta de conhecimento técnico suficiente para enfrentar os novos desafios, inadaptação à equipe de trabalho ou ao estilo do líder, incompatibilidade com a cultura da organização ou com o segmento de atuação, entre outros.

 

Algo que ajuda muito na hora de decidir por qualquer mudança de rumo na sua carreira é ponderar todos os benefícios e sacrifícios antes de mudar. Para isso, elabore uma tabela colocando do lado esquerdo todos os critérios que para você são valiosos em um trabalho, exceto o salário. Por exemplo: horário flexível, possibilidade de crescimento, proximidade de casa, treinamentos, benefícios etc.

 

Ao lado de cada um desses critérios coloque duas colunas: uma para a posição profissional que está e outra referente à futura situação. Em seguida, atribua uma nota para elas (de zero a 10) e compare. Desta forma será possível enxergar mais claramente as diferenças de valor para você e decidir de forma objetiva se fica como está ou se aposta em uma mudança na sua carreira.

 

Apesar desse processo ajudar muito na tomada de decisão mais consciente, jamais ele será infalível. Você pode fazer uma escolha que na prática, ao longo de algum tempo, vai se mostrar inadequada. O que fazer? Mude de novo!

 

Lembre-se que errar é humano e faz parte do aprendizado. O importante é você olhar para dentro e desenvolver seu autoconhecimento para responder com honestidade para você: o que te faz feliz?

 

Partindo dessa resposta, tome todas as decisões com base na sua convicção e jamais no medo. Ou seja: tenha certeza de que quer mudar e de que tem disposição para se “arriscar” a ser feliz. Com essa força dentro de você, mesmo que a decisão se mostre equivocada, você terá forças internas para superar a situação e reencontrar o melhor rumo para a sua carreira.

 

Quando as suas decisões são baseadas no medo, por exemplo de perder o emprego, de ficar sem dinheiro ou do seu chefe não gostar, voltar atrás fica muito mais difícil porque você não poderá contar com a sua força interior.

 

Por isso, tenha sempre uma atitude de honestidade e sinceridade de propósitos com você e com os outros. Agindo dessa forma você abre portas que permanecem abertas caso necessite voltar. Muitos profissionais aceitam promoções ou ofertas de emprego em outras empresas, se arrependem e voltam à sua situação anterior, porque abrem o jogo e expõem seus motivos e dificuldades com transparência.

Carreira acadêmica versus carreira corporativa

 

Escolher qual caminho seguir na vida profissional não é tarefa fácil. Por vezes, profissionais optam pelo tradicional, investindo na graduação e participando de programas de estágio e trainee e, quando veem, já estão totalmente adaptados à vida corporativa. Porém, outras pessoas investem na carreira acadêmica e, ao terminar a graduação, emendam uma especialização atrás da outra e, naturalmente, passam a ocupar as salas de aula compartilhando conhecimentos.

 

Há também aqueles que investem nas duas, durante o dia cumprem sua jornada em empresas e à noite lecionam. Esse é o caso da editora executiva de inglês da Richmond, Izaura Valverde que depois de 20 anos dedicados à educação, fez o caminho inverso, largando tudo para iniciar nova experiência no mundo corporativo. Para ela, dar aula lhe dava motivação e alegria, mas ao se deparar com uma nova oportunidade, percebeu o quão prazeroso e desafiador esse novo caminho poderia ser. “Comecei com trabalhos freelancer e por quatro anos acumulei as duas funções, até que recebi o convite para fazer parte da Richmond e, sem titubear aceitei, mesmo sabendo que teria de começar uma nova carreira e galgar degrau por degrau”, enfatiza.

 

De acordo com Izaura, todo o conhecimento adquirido ao longo dos anos como professora, coordenadora de ensino e até mesmo empreendedora, foram importantes para que conquistasse o espaço na editora. “O fato de ter passado pela sala de aula me ajudava muito a escrever. Eu sabia o que funcionava com os alunos, o que facilitava a criação de conteúdo para as publicações.”

 

Tanto a carreira corporativa quanto a acadêmica possuem vantagens e desvantagens e cabe ao profissional identificar seu lugar. Em comum, são oportunidades que exercitam a liderança, pois os líderes e os professores são fundamentais para estimular as pessoas, atuando como orientadores e facilitadores. Outro ponto importante refere-se ao mercado de trabalho, pois estão em alta os profissionais que acumulam o conhecimento adquirido na carreira corporativa e passam a compartilhar suas vivências em sala de aula.

 

Entusiasmada e feliz com a decisão de seguir nova carreira, Izaura revela algumas dicas de sucesso: “É preciso acreditar no que quer, não ter medo de recomeçar, mesmo com um cargo abaixo. É preciso também ter espírito de aprender, não ter medo de mudar”, encerra.

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