Crise? Fuja dessa onda!

 

É quase uma certeza: momentos difíceis e crises existem e sempre existirão, a diferença está apenas na forma de lidar com eles. Isso porque, levados pela onda de pessimismo, muito em razão das dificuldades enfrentadas pelo País, profissionais diversos criam algumas barreiras que podem prejudicar o desempenho na carreira.

 

A palavra do momento é aproveitar a onda de incertezas para reverter em ações positivas, tirando proveito de situações que, aparentemente, parecem desfavoráveis, pois, como bem afirmou Albert Einstein, “no meio de toda dificuldade existe sempre uma oportunidade”.

 

É hora de agir e, para isso, desenvolver outras habilidades pode ser o caminho para transmudar-se, além de redescobrir-se e reinventar-se. Sai na frente quem visualiza o problema e não se amedronta diante da situação, mas, pelo contrário, consegue enxergar outras possibilidades de sucesso e, claro, melhoria. Por exemplo, no caso de uma empresa, investir em treinamento para melhorar a resiliência, o marketing pessoal, a inteligência emocional, entre outras habilidades, pode ser o caminho da mudança.

 

Por isso, tornar-se um empreendedor nos tempos atuais faz total sentido, uma vez que pessoas com essa característica destacam-se por idealizar, planejar e criar uma nova oportunidade de negócio, apostando na inovação em busca da conquista de melhores resultados. Não cabe mais apontar a culpa para a crise, porque, quando se tem um objetivo definido, o negativismo desaparece, dando lugar para a coragem de lutar pelo que se quer de forma mais assertiva. 

Conheça a Síndrome TDAH

 

Rotulados por pessoas desatentas, hiperativas ou impulsivas, alguns profissionais podem sofrer de um transtorno que muitas vezes desconhecem. Trata-se do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), que se caracteriza pelo descuido nas atividades, falta de organização, dificuldade em manter a concentração e atenção. Inquietude e hiperatividade são apenas alguns dos sintomas típicos em adultos.

 

O TDAH é mais comumente diagnosticado em crianças, mas, em boa parte dos casos, essas pessoas crescem sem saber que a possuem. Por ser um distúrbio ainda cercado por dúvidas e incertezas, muitos adultos passam a vida sem descobrir e, assim, têm o seu tratamento prejudicado pela falta de orientação adequada.

 

Relacionando o problema ao ambiente profissional, é fácil compreender porque certas pessoas têm dificuldades em realizar algumas tarefas e, por isso, o diagnóstico correto e  tratamento adequado podem fazer a diferença. Para isso, é importante, se houver dúvida, procurar um médico especializado (psiquiatra ou neurologista), que poderá avaliar e, se comprovada, promover melhora significativa nas relações interpessoais com colegas, familiares e amigos.

 

No entanto, o profissional pode ficar atento a alguns sinais de alerta, como:

 

  • Rendimento abaixo da capacidade intelectual;
  • Falta de foco, atenção e dificuldade de seguir rotinas;
  • Dificuldade em planejar e executar as tarefas;
  • Frequentes esquecimentos, perdas e descuidos para datas e reuniões importantes;
  • Dificuldades para expressar suas ideias, colocar em prática o que está pensando;
  • Intolerância a situações monótonas e repetitivas;
  • Dificuldade para escutar e esperar a sua vez de falar, ou mesmo, manter-se em filas.

Compliance: qual a sua importância?

 

Cada vez mais presente nas empresas, o Departamento de Compliance está se tornando indispensável ferramenta para assegurar a transparência e as melhores práticas dentro das organizações. Traduzida do termo inglês comply, que significa agir de acordo com as regras, o compliance pode ser definido como a atividade que tem como objetivo manter a organização em conformidade com leis, normas e regulamentos externos e internos.

 

Essa área mantém a importante missão de assegurar a ética e a boa conduta da empresa e de seus funcionários. Atenta à importância da prática, a Santillana Brasil está implantando o sistema de Compliance como apoio para a gestão dos negócios. De acordo com a gerente jurídica, Eunice Anoardo Molefas Nunes, a empresa enfrentava alguns desafios no relacionamento entre seus colaboradores e também com os demais públicos envolvidos antes da implantação. “A ausência do compromisso formal e treinamento dos colaboradores, prestadores, parceiros da empresa, facilitavam o descumprimento das normas internas e, sem o canal de comunicação, fatos e atos poderiam ser presenciados e não comunicados”.

 

Mas, a partir da implantação do compliance, a empresa percebeu ganhos e passou a otimizar seus processos. A gerente jurídica enfatiza: “Com a criação de um canal de comunicação, os colaboradores, prestadores de serviços, clientes, fornecedores e todas as pessoas que mantém relacionamento com as empresas da Santillana Brasil poderão fazer denúncias, sanar dúvidas ou apresentar sugestões e receberão respostas, além de melhorar a reputação da empresa no mercado perante clientes e fornecedores”.

 

Em contrapartida, para o sucesso da atuação da área em qualquer empresa, é preciso o comprometimento de todos os colaboradores e também da empresa, para seguir os valores e as normas definidas, zelando sempre pela imagem da companhia. Para isso, o primeiro passo é criar uma estrutura adequada, como alerta Eunice: “É necessária a formação de um grupo de trabalho que aprenda/entenda o que é o compliance, qual a importância para a empresa e para seus colaboradores e parceiros”, declara.

 

Dessa forma e apoiadas neste sistema, que visa ao cumprimento das normas internas e externas criando procedimentos de orientação, prevenção e tratamento de desvio de condutas ou práticas ilegais, a empresa só tem a ganhar. E, para isso, basta manter-se firme nesse propósito e, fundamentalmente, investir na comunicação como importante aliada para o engajamento de todos os colaboradores.

Excelência no atendimento às áreas internas

 

Assim como na engrenagem de um carro em que todas as peças devem funcionar, uma auxiliando a outra para que o veículo se locomova, o mesmo acontece no dia a dia de uma empresa. Grandes ou pequenas organizações, seguindo a referência, são engrenagens que devem e precisam trabalhar em harmonia, para o bem da organização, bem como de todos os colaboradores e clientes envolvidos.

 

Mas, em algumas empresas, esse conceito de excelência no atendimento aos clientes internos não acontece e pode trazer resultados negativos para o negócio. Isso porque muitos profissionais não valorizam a importância do bom relacionamento entre as áreas. Para alguns, o recebimento de um e-mail com uma solicitação pode ser motivo de desentendimento, o que, naturalmente, pode prejudicar a execução das tarefas.

 

Um exemplo positivo da valorização ao atendimento interno às áreas, é o da Santillana Brasil, que investe no relacionamento entre os departamentos como forma que conquistar melhores resultados. Prova disso, é o olhar do Handel Vergari, auxiliar de compras da Santillana Brasil, para as demandas no seu departamento. Para ele, o diferencial para o bom atendimento do cliente (interno ou externo) é ter empatia, reconhecer a necessidade legítima e manter a postura de buscar uma solução rápida e eficaz. “É mais fácil e saudável conviver em harmonia com seu vizinho do que com brigas constantes. Da mesma forma, se o cliente é bem atendido sua relação com a empresa é positiva e mais proveitosa para ambos”, enfatiza.

 

A partir dessa prática de sucesso da companhia, nota-se que, quando cada setor da empresa se integra às suas atividades e oferece atendimento de qualidade às demandas internas, surge uma cadeia de excelência, que pode ser percebida desde a fabricação do produto até o resultado final.

 

Mas para obter sucesso nesse relacionamento entre as áreas, o profissional da Santillana deixa algumas dicas que podem fazer a diferença e trazer bons resultados. Confira:

 

  • O cliente é uma pessoa única, com habilidades e limitações, por isso, tratar a todos de forma padronizada e impessoal, não é o mais adequado.
  • Durante o atendimento, o profissional torna-se a imagem da empresa. Procure perceber qual imagem está transmitindo ao cliente e que suas atitudes e emoções representam a empresa como um todo naquele momento.
  • “Respeito acima de tudo.” Atendemos pessoas e não apenas resolvemos problemas.

Série: Cuidados na Empresa – Você conversa demais no trabalho?

 

É comum que, com a proximidade dos colegas de trabalho, que o ambiente profissional seja palco para outros assuntos não relacionados às funções. No entanto, algumas pessoas acabam extrapolando os limites e passam boa parte do tempo conversando sobre assuntos não ligados ao trabalho e, com isso, comprometem a produtividade.

 

Quando a conversa é demais, a pessoa pode prejudicar os colegas ou, em último caso, criar motivo para demissão. Uma conversa informal e breves paradas para um bate-papo podem ser benéficas, em termos de colaboração, geração de novas ideias, criando confiança e aumentando a produtividade. Em contrapartida, se forem em excesso, além de causar incômodo e distração para os colegas, pode também comprometer os resultados.

 

Naturalmente, calar-se e não interagir também não é uma boa forma de agir, por isso é fundamental ter bom senso, saber identificar os melhores momentos para conversar e, assim, equilibrar a vida social e a profissional, de forma mais saudável. A linha que separa integração e dispersão é bastante sutil. Assim, cabe ao profissional unir o foco no trabalho e na socialização como forma de aumentar resultados.

 

Conversar faz parte das características humanas, no entanto, é preciso estabelecer certos limites no local de trabalho. Veja:

 

  • Se algum colega se excede no bate-papo, cabe ao profissional pontuar e impor limites.
  • O profissional deve estar atento e perceber quando e onde iniciar uma conversa.
  • Dê preferência para as conversas no espaço do café ou, se houver, numa área de convivência.
  • Permita-se conversar, mas avalie seus prazos e as tarefas a serem cumpridas, para não prejudicar os resultados.